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CARNAVAL ou BACANAL?
Diz-se que surgiu na Grécia, por volta de 520 a.C., onde as pessoas se reuniam para celebrar em nome do deus baco, também conhecido como Dionísio - deus da sexualidade e da fertilidade, para celebrar a chegada e o nascimento da primavera.
Em 1466, a Igreja Católica sob o papa Paulo II reviveu o costume do Carnaval da Saturnália: os judeus eram forçados a correr nus pelas ruas de Roma.
Na mitologia romana, Baco era o deus do vinho, bem como o deus da agricultura, fertilidade e carnaval. Em sua homenagem acontecem grandes festivais, carnavais, regados a muita bebida e sexo. Inicialmente limitado às mulheres, os homens logo se envolveram.
DEUS BACO? OU DEMO.
Bacanal (do latim Bacchanalia) era uma cerimônia religiosa na Roma antiga por ocasião da colheita da uva em homenagem a Baco (ou Dionísio), o deus do vinho, a princípio solene e penitente, seguida de celebrações e festivais públicos.
As festas costumam ser raves. Dionísio, que se acredita ser uma sacerdotisa do deus, dançava loucamente em peles de leão. Assim, a palavra bacanal continua sendo sinônimo de festas de orgia, sexo e dança.
Nessas festas, as pessoas eram atraídas pelo êxtase dionisíaco na dança, e tanto as mulheres quanto os escravos gozavam de maior liberdade durante as festas, reafirmando o fator agregador das próprias festas para a cidade-estado. Este momento representa uma violação de várias divisões sociais.
Sinônimos de Baco:
orgia dionisíaca, suruba, festa grupo bacanal, deboche, deboche dissidência deboche imoral porneia prostituição relaxamento lascívia volutabro orgia desordeiro orgia de embriaguez orgia desregrada rapioca saturno zombeteiro anarquia bacanal debaucher bambochata carnaval festa desordenada fuzuê tripudide bacanal...


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